Que seja a voz dos cantos que jamais morreram,
Que nascem do fundo da alma,
E escorrem pelo mundo como regatos,
Até alcançarem o Grande Infinito de Luz.
Que seja tu a presença sem fim,
De um consolo e convalescença,
Ainda em silêncio ao meu lado,
Na alegria e na tristeza.
Que teu abraço seja a constante presença,
No silêncio das tardes ensolaradas,
No perigo das manhãs de inverno,
Presença que silencia e alenta.
E teu cheiro seja um sopro de vida,
Para alem dos acontecimentos da Terra,
Um olho que se abre para o sempiterno,
A luz que há entre as sombras de uma árvore.

1 comentários:
Você ainda vai fazer um livro. :P
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