
Quando olho em teus olhos,
Não mais me sou,
Me levas para tantos atalhos...
Aonde fores vou.
Quando a luz amendoada do seu olhar,
Põe-se sobre mim, perco-me,
Desejando o mais fundo de ti tocar,
E quando te tenho, enfim, digo:
Tenho-me.
Eis meu porto de chegada:
-teus braços,
-sua espriguiçada.
Eis a razão de meu existir:
-a tua voz,
-teu doce rir.
E se um dia novamente eu me perder,
E se por vales de sombra vagar,
De seus olhos hei de não esquecer,
E novamente serás o meu lugar.
Se por acaso tens dúvida de mim,
Se por acaso tens alem de tudo medo,
É porque eu me mostrei assim:
-de todo como sou
Incerto, perdido... todo em segredo.
Se me olhas, ou só invento,
Quando aproximas-te,
De subito me completa,
E a vida que outrora incerta,
Subitamente toma tento.
Não mais me sou,
Me levas para tantos atalhos...
Aonde fores vou.
Quando a luz amendoada do seu olhar,
Põe-se sobre mim, perco-me,
Desejando o mais fundo de ti tocar,
E quando te tenho, enfim, digo:
Tenho-me.
Eis meu porto de chegada:
-teus braços,
-sua espriguiçada.
Eis a razão de meu existir:
-a tua voz,
-teu doce rir.
E se um dia novamente eu me perder,
E se por vales de sombra vagar,
De seus olhos hei de não esquecer,
E novamente serás o meu lugar.
Se por acaso tens dúvida de mim,
Se por acaso tens alem de tudo medo,
É porque eu me mostrei assim:
-de todo como sou
Incerto, perdido... todo em segredo.
Se me olhas, ou só invento,
Quando aproximas-te,
De subito me completa,
E a vida que outrora incerta,
Subitamente toma tento.
Quando olho em teus olhos,
Não mais me sou,
Me levas para tantos atalhos...
Aonde fores vou.
Se me amas ou não,
Não é pergunta que se soe,
Não sei até então,
Apenas sei pedir,
Que Deus te abençoe...

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